Criada nos Estados Unidos na década de 1930, a expressão analfabetismo funcional foi utilizada pelo exército daquele país durante a Segunda Guerra para indicar a capacidade de entendimento das instruções escritas, necessárias para a realização de tarefas militares.
A definição
proposta pela UNESCO, em 1958, referia-se à capacidade de ler compreensivamente
um enunciado curto e simples relacionado à vida diária. A própria UNESCO,
vinte anos mais tarde, propôs outra definição, denominando funcional a
alfabetização, quando se apresenta suficiente para que os indivíduos possam
inserir-se adequadamente em seu meio, desempenhando tarefas em que a leitura, a
escrita e o cálculo sejam eficazes para o seu próprio desenvolvimento e para o
de sua comunidade. Dessa forma, o conceito de analfabetismo funcional diz respeito
às pessoas que, embora tenham conhecimento da leitura e escrita de frases simples,
não conseguem utilizar essas habilidades na sua vida pessoal, social e, fundamentalmente,
profissional, ficando à margem do acesso às informações, à transmissão de
conhecimentos e à continuidade do aprendizado ao longo da vida.
No Brasil, os
dados sobre o analfabetismo funcional originam-se do SAEB – Sistema Nacional
de Avaliação da Educação Básica, cuja implantação ocorreu a partir de 1990 pelo
Ministério da Educação (MEC), através do INEP – Instituto Nacional de Estudos e
Pesquisas Educacionais.
Muito esclarecedor! obrigada! :)
ResponderExcluirOi boa tarde professora, simplismente maravilhada com suas dicas.Vou me basear em suas dicas para melhorar as minhas redaçoes e resenhas criticas.
ResponderExcluirSou aluna da Pedagogia na Fainam diurno abraços.