terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Não confunda: “No passado eles fizeram; no futuro, eles farão.”


Olá pessoal,
Voltando à ativa, hoje quero falar sobre uma dúvida que, não muito raro, afeta algumas pessoas: alguns tempos verbais do futuro e do passado.
Corrigindo trabalhos escolares, não é incomum encontrar frases do tipo: “Eles forão embora”, “Elas faram os trabalhos”, “ Eles seram recompensados” etc.
Preste atenção a essa dica: todos os verbos no tempo pretérito perfeito (passado)  terminam com “am”, quando se trata da terceira pessoa do plural e todos os verbos no tempo futuro do presente  terminam com  “ao”, na terceira pessoa do plural.
Dito isso, não confunda mais. Veja alguns exemplos:
As crianças cantaram suas músicas favoritas. (pretérito perfeito)
As crianças cantarão na festa da escola. (futuro do presente)
Eles fizeram questão de acompanhar-me até minha casa. (pretérito perfeito)
Todos farão o possível para ajudá-lo. (futuro do presente)
Até a próxima.


segunda-feira, 12 de junho de 2017

Verbos abundantes

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Você já ouviu falar sobre os verbos abundantes? Por que  recebem esse nome? Os verbos abundantes recebem esse nome porque apresentam um duplo particípio, ou seja, além da forma regular (desinência –do), apresentam outra forma, denominada irregular ou abundante.
Vamos entender melhor? Alguma vez você ficou em dúvida sobre qual forma utilizar num caso, como por exemplo, acendido ou aceso, imprimido ou impresso, entre outros? Afinal, quando se deve usar  uma forma ou outra?  
Quando o verbo apresenta  duplo particípio, deve-se utilizar a forma regular com os auxiliares ter e haver e a forma irregular com os auxiliares ser e estar. Assim temos:
A mulher tinha acendido a luz pouco antes da queda de energia. (verbo ter + forma regular)
A luz foi acesa pela mulher momentos antes. (verbo ser + forma irregular)
Eu nunca havia imprimido nada na impressora dele. (verbo haver + forma regular)
O documento estava impresso de forma errada. (verbo estar + forma irregular)
Vejamos agora a lista de alguns verbos abundantes.
INFINITIVO
PARTICÍPIO REGULAR
PARTICÍPIO IRREGULAR
Aceitar
Aceitado
Aceito
Acender
Acendido
Aceso
Anexar
Anexado
Anexo
Benzer
Benzido
Bento
Desenvolver
Desenvolvido
Desenvolto
Despertar
Despertado
Desperto
Dispersar
Dispersado
Disperso
Distinguir
Distinguido
Distinto
Eleger
Elegido
Eleito
Emergir
Emergido
Emerso
Encher
Enchido
Cheio
Entregar
Entregado
Entregue
Envolver
Envolvido
Envolto
Enxugar
Enxugado
Enxuto
Erigir
Erigido
Ereto
Expelir
Expelido
Expulso
Expressar
Expressado
Expresso
Exprimir
Exprimido
Expresso
Expulsar
Expulsado
Expulso
Extinguir
Extinguido
Extinto
Findar
Findado
Findo
Fixar
Fixado
Fixo
Fritar
Fritado
Frito
Ganhar
Ganhado
Ganho
Gastar
Gastado
Gasto
Imergir
Imergido
Imerso
Imprimir
Imprimido
Impresso
Incluir
Incluído
Incluso
Isentar
Isentado
Isento
Juntar
Juntado
Junto
Limpar
Limpado
Limpo
Malquerer
Malquerido
Malquisto
Matar
Matado
Morto
Misturar
Misturado
Misto
Morrer
Morrido
Morto
Murchar
Murchado
Murcho
Ocultar
Ocultado
Oculto
Omitir
Omitido
Omisso
Pagar
Pagado
Pago
Pegar
Pegado
Pego
Prender
Prendido
Preso
Romper
Rompido
Roto
Salvar
Salvado
Salvo
Secar
Secado
Seco
Segurar
Segurado
Seguro
Soltar
Soltado
Solto
Submergir
Submergido
Submerso
Sujeitar
Sujeitado
Sujeito
Suprimir
Suprimido
Supresso
Suspender
Suspendido
Suspenso
Tingir
Tingido
Tinto
Vagar
Vagado
Vago

Mas atenção!!
- Os verbos abrir, cobrir, dizer , escrever, fazer, pôr, ver, vir, e seus derivados possuem apenas o particípio irregular: aberto, coberto, dito, escrito, feito, posto, visto, vindo.
- A tendência atual é pelo uso dos particípios irregulares. Dessa forma, caíram em desuso as formas ganhado, gastado, pagado e pegado.
- Como você pode verificar, o verbo chegar não é abundante. Entretanto, há pessoas que dizem, por exemplo, “Ele tinha chego”. Jamais use essa forma para o verbo chegar!  O correto é “Ele tinha chegado”.
Observe os exemplos.
A escola tinha aberto seus portões antecipadamente,  em razão das fortes chuvas.
As atividades corrigidas foram postas à disposição dos alunos para as devidas conferências.
As ruas ficaram cobertas de neve.
O bilhete para os pais foi escrito com muito cuidado.
As aves silvestres foram pegas e soltas pelos fiscais.
Nós havíamos pegado os papéis no local fórum da cidade.
O dinheiro arrecadado pela instituição de caridade foi gasto com muito critério.


Fontes bibliográficas

MESQUITA, Roberto Melo e MARTOS, Cloder Rivas. Gramática Pedagógica. 13ª ed. São Paulo, Saraiva, 1986.

PASCHOALIN, Maria Aparecida; SPADOTO, Neuza Terezinha. Gramática: teoria e exercícios. São Paulo: FTD, 1996.

TERRA, Ernani. Curso prático de gramática. São Paulo, Scipione, 1986.

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Regência nominal

Regência nominal é o nome que se dá à relação do nome (substantivo, adjetivo ou advérbio) com os seus complementos.
Existem nomes que admitem mais de uma preposição sem alteração do sentido. Veja os seguintes exemplos:
Os brasileiros, em geral, estão desgostosos com a política do país.
Os brasileiros, em geral, estão desgostosos da  política do país.

Os consumidores estão acostumados a esse atendimento.
Os consumidores estão acostumados com esse atendimento.

Dependendo do sentido, no entanto, há outros nomes que regem (pedem), uma ou outra preposição. Observe.

O gerente tinha grande consideração por funcionários esforçados. (respeito)
Prefiro expor minhas considerações sobre o assunto de forma cautelosa. (reflexões, comentários).


Relação de alguns nomes (substantivo, adjetivo, advérbio) e sua regência correta

Acessível a
Acesso a (aproximação),  em (promoção), para (passagem)
Acostumado a, com
Afável com, para com
Aflito com, por
Agradável a
Alheio a, de
Amante de
Ambicioso de
Amizade a, por, com
Amor a, por
Análogo a
Ânsia de, por
Ansioso de, para, por
Apaixonado com (pesaroso), de (amigo), por (entusiasmo)
Apto a, para
Atenção a, para, sobre (cuidado) , com, para com (respeito)
Atencioso a (atento), com, para com (cortês)
Aversão a, por
Ávido de, por
Benéfico a
Capaz de, para
Certo de
Compatível com
Compreensível a
Comum a, de
Conforme a
Constante de, em
Constituído com, de, por
Contemporâneo a, de
Contente com, de, em, por
Contíguo a
Contrário a
Cruel com, para, para com
Cuidadoso com
Curioso de
Desatento a
Descontente com
Desejoso de
Desfavorável a
Desgostoso com, de
Desprezo a, de, por
Devoção a, por, para com
Devoto a, de
Diferente de
Difícil de
Digno de
Dúvida em, sobre, acerca de
Empenho de, em, por
Entendido em
Estima a, por (amizade), de (consideração)
Erudito em
Escasso de
Essencial para
Estranho a
Fácil de
Falta a (ausência), com, para com, contra (culpa leve)
Favorável a
Fértil de, em
Fiel a, em
Firme em
Generoso com
Grato a
Gosto a (simpatia); de, para, por (afeição); em (prazer)
Hábil em
Habituado a
Horror a
Hostil a
Idêntico a
Imbuído de, em
Impossível de
Impróprio para
Imune a, de
Inclinação a, para, por
Incompatível com
Inconsequente com
Indeciso em
Independente de, em
Indiferente a
Indigno de
Inerente a
Inexorável a
Inveja a, de
Jeito de (maneira), para (habilidade)
Leal a
Lento em
Liberal com
Natural de
Necessário a
Negligente em
Nocivo a
Obediência a
Orgulhoso com, de, por
Parco em, de
Paralelo a
Passível de
Perito em
Permissivo a
Perpendicular a
Pertinaz em
Possível de
Possuído de
Posterior a
Preferível a
Prejudicial a
Prestes a, para
Pródigo com (generoso); de, em (que distribui)
Pronto a, para (preparado); em (rápido)
Propenso a, para
Propício a
Próprio a (apropriado), de (peculiar), para (conveniente)
Próximo a, de
Respeito a, com, de, por, para com
Responsável por
Rico de, em
Seguro de, em
Semelhante a
Sensível a
Sito  a, em, entre
Situado a, em, entre
Último a, de, em
Único a, em, entre, sobre
Útil a, para
Versado em

Fontes bibliográficas

MESQUITA, Roberto Melo e MARTOS, Cloder Rivas. Gramática Pedagógica. 13ª ed. São Paulo, Saraiva, 1986.

PASCHOALIN, Maria Aparecida; SPADOTO, Neuza Terezinha. Gramática: teoria e exercícios. São Paulo: FTD, 1996.

TERRA, Ernani. Curso prático de gramática. São Paulo, Scipione, 1986.

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Regência verbal



Você sabe o que significa as expressão  “regência verbal”? Falando de forma bem simples, a regência nada mais é do que a relação entre o verbo e seus complementos . Em outras palavras, a regência ocorre quando uma palavra precisa de outra para completar-lhe o sentido.
Vamos entender melhor, analisando  dois exemplos.
    -      Nós amamos crianças.
    -      Nós gostamos de crianças.
O que você pode observar, comparando os dois exemplos? Embora os dois verbos possuam o mesmo sentido, o verbo amar  rege (“exige”) um complemento sem o acompanhamento da preposição, ou seja, trata-se de um verbo transitivo direto (sem nenhum elemento intermediário). Quem ama, ama algo ou alguém e ponto.
Já no segundo exemplo,  o verbo gostar rege, ou “exige” um complemento acompanhado de preposição, ou seja, trata-se de um verbo transitivo indireto (porque possui uma preposição no complemento). Para conferir, usamos a clássica fórmula: “quem gosta, gosta de algo ou de alguém.  
Outra informação importante é que os verbos “amamos”  e “gostamos”,  são denominados de termos regentes, enquanto que os respectivos complementos  “crianças” e “de crianças”, denominam-se termos regidos.
O Professor Ernani Terra, no livro Curso Prático de Gramática, afirma que alguns verbos, em razão do uso popular em desacordo com a normal culta, apresentam “problemas de regência”. Outras gramáticas também trazem verbos “problemáticos” e eu farei a compilação para vocês, obviamente preservando os direitos autorais desses autores.
Agora preste bastante atenção à regência correta dos verbos abaixo.

Verbos utilizados popularmente em desacordo com a norma padrão

Chegar – exige a preposição a e não a preposição em
Após longa viagem, finalmente chegamos a Piracaia.
Chegamos ao local combinado em poucos minutos.

O verbo ir segue a mesma regência do verbo chegar.
Todos nós iremos ao mesmo evento na próxima semana.
Elisa vai a Campinas toda quarta-feira.


Custar – no sentido de ser custoso, ser difícil, pede objeto indireto com a preposição a seguido de oração infinitiva.
Custou ao amigo aceitar o fato.
Custa a ela crer que ele tenha errado.


Implicar – no sentido de acarretar, pede complemento sem preposição.
A atitude daquele professor implicará advertência.
E não
A atitude daquele professor implicará em advertência.

Esse procedimento implicará a revolta da população.
E não
Esse procedimento implicará na revolta da população.


Morar – exige a preposição em.
Moro em São Paulo há anos.
Eles moram em Jundiaí desde o ano de 1990.

O verbo residir segue a mesma regência do verbo morar.
Ela reside em Minas Gerais e nunca saiu de lá.
Nunca residimos em Capivari, embora tenhamos desejado.

Nota:
Os nomes (ou substantivos) morador e residente também pedem a preposição em.
Pedro Paulo, morador na  Rua das Camélias.
Maria Amélia, residente na Rua 25 de Abril.


Namorar – exige complemento sem preposição.
Emiliano namora Clotilde.
E não
Emiliano namora com Clotilde.

Rita namora um garoto de sua turma.
E não
Rita namora com um garoto de sua turma.
  

Obedecer – exige complemento com a preposição a.
Os filhos deveriam obedecer aos pais.
Nem todos os cidadãos obedecem às leis.


Preferir – na norma padrão, exige um complemento sem preposição e um com a preposição a.  Portanto, dois complementos.
Prefiro doces a salgados
E não
Prefiro mais doces do que salgados.

Os alunos preferem Educação Física a Matemática
E não
Os alunos preferem mais Educação Física do que Matemática


Ser – o verbo ser não pede a preposição em.
Somos cinco irmãos, ou seja,  dois meninos e três meninas.
E não
Somos em cindo irmãos, ou seja, dois meninos e três meninas.

Na turma éramos vinte e oito.
E não
Na turma éramos em vinte e oito.


Simpatizar – exige a preposição com, mas não é pronominal.
O entrevistador simpatizou com a candidata.
E não
O entrevistador simpatizou-se com a candidata.

Simpatizei com aquela menina.
E não
Simpatizei-me com aquela menina.

Verbos com mais de uma regência

1-Aspirar – no sentido de inspirar, sorver , pede complemento sem preposição.
    Caminhar ao ar livre e aspirar o ar fez-lhe muito bem.
    Aspirava o aroma de pães assados com grande prazer.

2-Aspirar – pretender, almejar, ter como meta, requer complemento com a preposição a.
    O time aspirava ao título do campeonato daquele ano.
    Aspiro ao cargo de gerente na empresa em que trabalho.


1-Assistir – no sentido de presenciar, ver, exige a preposição a mais complemento.
 Acho que assisti a todos os episódios dessa série.
Você já assistiu a uma partida de polo aquático?

2-Assistir – no sentido de prestar assistência, ajudar, é utilizado de preferência com complemento sem preposição.
João, médico dedicadíssimo, assistia seus pacientes incansavelmente.
As mudanças na lei deverão assistir os trabalhadores rurais.

3-Assistir – no sentido de caber, pertencer, exige a preposição a.
Este direito assiste aos professores.
É um direito que  assiste a mim e meus familiares.

4-Assistir – no sentido de morar, residir, exige a preposição em (sentido bem pouco utilizado)
Todos os jogadores assistiam na mesma cidade desde a infância.
Luís assistia em Portugal quando se casou.
  

1-Chamar – no sentido de mandar vir, convocar, pede complemento sem preposição.
 A mãe chamou os dois filhos para uma conversa séria.
A Diretora chamou os pais de Isabel para a reunião.

2-Chamar – no sentido de dar nome, cognominar, pede indiferentemente complemento com ou sem a preposição a e predicativo (termo que se refere ao sujeito) com ou sem a preposição de. Dessa forma, admite quatro construções diferentes. Observe:
Chamei Nuno de curioso.
Chamei a Nuno de curioso.
Chamei Nuno curioso.
Chamei a Nuno curioso.

Temos, ainda, substituindo-se o substantivo pelo pronome:
Chamei-o de curioso.
Chamei-lhe de curioso.
Chamei-o curioso.
Chamei-lhe curioso.


1-Esquecer/lembrar – quando não são pronominais, pedem complemento sem preposição.
Esqueci a bolsa sobre a mesa da sala.
Não lembro tudo o que já li até hoje.

2-Esquecer/lembrar – quando são pronominais, exigem complemento com a preposição de.
Esqueci-me da bolsa sobre a mesa da sala.
Não me lembro de tudo o que já li até hoje.


Informar – pede dois complementos, um sem e outro com preposição, admitindo duas construções.
João informou o valor do título ao bancário.
Ou
João informou ao bancário o valor do título

Nota
Os verbos avisar, prevenir, cientificar, certificar, notificar seguem a mesma regência do verbo informar. Isso porque quem previne, cientifica, notifica, avisa, informa algo, o faz a alguém. Logo, todos esses verbos requerem  dois complementos, um com preposição e outro sem.


Pagar/perdoar – esses dois verbos, quando têm por complemento uma palavra que denote coisa, não requer preposição. Entretanto, quando ter por complemento uma palavra que denote pessoa, exige a preposição a.
Pagamos as contas sempre em dia.
Não pagarei o livro até que receba dos correios.
A mulher perdoou ao marido pela ducentésima vez.
Embora tenha ficado muito magoada, perdoei ao meu irmão.


1-Precisar – no sentido de ter necessidade, exigem complemento com a preposição de.
Todos nos precisamos de compreensão e paciência.
As crianças do educandário precisam de cuidados e muita atenção.

2-Precisar – no sentido de indicar com precisão, com exatidão, exige complemento sem preposição.
O arqueólogo precisou o local onde estava a caverna.


1-Proceder – no sentido de ter fundamento, não requer complemento.
Sua informação procede, por isso farei a retificação.
Os fatos que circulam no WhatsApp sobre o acontecido não procedem.

2-Proceder – no sentido de ter procedência, originar-se, vir de algum lugar, exige a preposição de.
O voo procede de Paris.
Todas as calúnias procedem da hipocrisia.

3-Proceder – no sentido de fazer, executar, exige a preposição a.
Procederemos a um relatório, assim que terminar a visita.
Assim que finalizarem as obras, os engenheiros procederão à vistoria.


1-Querer  - no sentido de desejar, exige complemento sem preposição.
Quero um prazo para pensar sobre a proposta que me apresentaram.
Queremos um carro que atenda nossas necessidades.

2-Querer – no sentido de estimar, ter afeto, exige um complemento com a preposição a.
Quero a meus amigos.
Queremos a eles como nossos filhos.


1-Visar – no sentido de mirar, exige complemento sem preposição.
O atirador visou o alvo, atirou, mas errou.
O caçador visou a caça, mas desistiu de atirar.

2-Visar – no sentido de ter em vista, exige complemento com a preposição a.
Todos nos visamos a ter melhor qualidade de vida.
Este trabalho visa a explorar as condições de vida das crianças refugiadas.

3-Visar – no sentido de dar o visto, pede complemento sem preposição.
O policial federal visou meu passaporte assim que conferiu os dados.
Visamos todos os documentos antes de enviá-los.


 Fontes bibliográficas

MESQUITA, Roberto Melo e MARTOS, Cloder Rivas. Gramática Pedagógica. 13ª ed. São Paulo,
Saraiva, 1986.

TERRA, Ernani. Curso prático de gramática. São Paulo, Scipione, 1986.